Essa é minha lista de “coisas desse ano que eu mais recomendo”. Não digo “melhores”, porque isso me faz sentir a mesma sensação errada que me leva a não dar estrelas em meu Letterboxd.
10: Dying for Sex. Triunfante no difícil desafio de fazer humor com a doença e a morte.
9: Sinners. Tem muitas ideias e leva-as todas até ao fim. Por isso é que consegue ser absolutamente delirante sem se perder pelo caminho.
8: Companion. Eu defendo que existe o gênero narrativo “histórias que poderiam ser Twilight Zone” e aprecio muito.
7: The Smashing Machine. É só por puro preconceito que The Rock não está ganhando todos os prêmios de interpretação do mundo.
6: O Agente Secreto. É muito bom ver os filmes de Kleber crescendo sem enfraquecerem.
5-3: Três grandes filmes em um gênero da moda que gosto de chamar “Pesadelo Americano”: Eddington, Weapons e One Battle After Another.
2: Nouvelle Vague. Um manifesto de amor ao cinema que se vê e que se faz. Só podia ter sido filmado em película? Não, mas é muito melhor por ter sido.
1: Resurrection. O filme dos sonhos de Bi Gan sobre os filmes que ele, e todos nós, vimos. Importante, monumental, incrível.
Acrescento dois filmes de 2024 que só vi em 2025 e de que gostei muito: Misericordia, porque cresci numa vila muito parecida com essa e poucas vezes vi tão bem retratada a dificuldade de comunicação dos lugares pequenos; e Soundtrack to a Coup d’Etat, para lembramos que os EUA de hoje não são tão diferentes do que sempre foram.
ilógico é um lugar inventado por Jorge Vaz Nande.
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